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Av.
Joaquim F. Paranhos, 60
Bairro JK - Catalão (GO)
(Saída p/ Uberlândia)
Fone: (64) 3411-0288
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Sugestões
de Alimentação: |
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Catalão
- Período Imperial
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nas imagens para ampliar
Em
1824 o arraial de Catalão
tinha dezoito casas e uma igreja
ou capela, segundo estatística
feita neste ano pelo brigadeiro
Cunha Matos. Todavia, a pequena
urbe deveria ser maior, já
que por "casa" se
entendia apenas as construções
de alvenaria, se ignorando os
"ranchos", feitos
de pau-a-pique e recobertos
por folhas de coqueiros, em
especial o babaçu. Em
1828, já havia um povoado
na região com o nome
de sempre. Este povoado, em
1833, foi elevado à condição
de município e, sua sede,
à de vila, desmembrando-se
de Santa Cruz. Na década
de 1830, era conhecida por ser
uma região próspera,
mas também era muito
violenta. A violência
não era por disputa de
terras nem crimes e sim pelas
disputas pessoais ou decorrentes
de crimes passionais.
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Mapa
do século XIX, em
que consta Catalão. |
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| No
ano de 1850, Catalão tornou-se
sede da Comarca do Rio Paranaíba,
a qual abrangia também os
atuais municípios de Ipameri
e Corumbaíba, deve se destacar
que por volta dessa época,
o município fazia parte de
duas rotas comerciais que vinham
da Corte para o Estado de Goiás,
uma provindo de Uberaba e outra
de Araxá. Em 20 de agosto
de 1859, a vila tornou-se cidade
e, em 1868, foi criado o primeiro
mercado público no município.
Panoramas do que era a vida em Catalão
em meados do século XIX podem
ser encontrados na obra de Bernardo
Guimarães, O Índio
Afonso.
Em
fins do século XIX, possuía
de 190 a 200 casas e pouco mais
de mil habitantes. Em 1892, figurava
em quarto lugar em arrecadação
do Estado; com a aproximação
da estrada de ferro, nesta década,
pelo Triângulo Mineiro,
chegando até o município
de Araguari (Minas Gerais), passou
para primeiro lugar. O coronelismo
já havia adquirido forma
definida no começo da década
de 1860. Era a época do
domínio do coronel Roque
Alves Azevedo, que contava com
o apoio unânime da Câmara
Municipal. Não se sabe
nem como nem quando, o coronel
Roque deixou de ser chefe político,
mas por volta dos fins de 1860
começa a ascensão
de Antônio Paranhos à
condição de líder
máximo da comunidade; também
nesta década, foi juiz
em Catalão Bernardo Guimarães,
o qual inclusive publicou em uma
de suas obras (O Ermitão
de Muquém) a história
de personagens baseados em tipos
humanos que ele viu na comarca.
É
importante destacar que o município
de Catalão era, já
na década de 1880 o mais
populoso do Estado de Goiás
(posto que a cidade só
alcançaria no censo de
1920 ), o que de certa forma reflete
o dinamismo econômico do
mesmo. Todavia, é lícito
recordar que, ao município
de Catalão correspondiam
todos os municípios que
atualmente estão na região
do mesmo nome, além de
Urutaí, embora essa observação
também valha para os demais
municípios de Goiás
por esta época, visto que
todos eles sofreram desmembramento,
sendo a esta época, pois,
bastante maiores que atualmente.
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